Estende-se da música propriamente dita à poesia incluindo o emprego de modos musicais de caráter patético, descrições de cenas desencorajantes - sobretudo as que inspiram o temor da morte e o desapreço dos deuses - a expressão de lamentações e queixumes, atribuída a heróis ilustres, narrativas não edificantes, representações trágicas, que induzem ao domínio das paixões violentas, e as cômicas, favoráveis ao desequilíbrio da conduta.
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sábado, 11 de abril de 2015
segunda-feira, 21 de julho de 2014
sábado, 19 de julho de 2014
domingo, 8 de dezembro de 2013
sábado, 7 de janeiro de 2012
ai if i cat you
sábado, 19 de junho de 2010
peel slowly and see
pensei ser a capa do andy warhol quando o sol bateu em mim e desenhei pra ti esse my college collage. são essas flores aí (peel slowly and see) que daqui me restaram nesta tarde, por restar. eu poderia mesmo levantar um altar pra você no fim. você é algo assim é tudo pra mim é como o fim do mundo. e então os anjos, seres de poucas palavras, povoariam o vazio, capite? a pillow made of concrete. restos da minha pílula. visões de elefantes em vôo. far from home, let's take them down one by one, elephant gun. se o sol bateu em mim é porque o fim ainda leva uns dois anos. tempo pra luz andar esse plano vazio que os anjos, seres de poucas palavras, levantam sobre a oração da tarde e confundem os caçadores até os dentes armados sem alvo, sem asas, elefantes caçados, let's take them down one by one, cântico dos cânticos: corações ao alto, o nosso coração (plural de modéstia) está no seu. PS: 1- está no céu (singular de moléstia), 2- está em deus (strike, dear mistress, and cure his heart)segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010
domingo, 4 de janeiro de 2009
quinta-feira, 23 de outubro de 2008
São Sebastião

assino São Sebastião no meu pulmão respira a flecha que me ampara
deixa fazer a redenção do coração me tatuar as três palavras
uma que sei é solidão, a outra não dispenso a dor pra desenha-la
aqui no vão do peito meu se o rei judeu me defender com sua arma
assino São Sebastião ressurreição pra ser honesto eu nem esperava
já tatuava em minha razão a progressão de fibonacci a regra áurea
o meu corpo sangra e ri
enquanto a morte não chegar
surge a face maori
em espirais de lágrima
se o meu corpo sangrar
se o meu corpo sangrar
pra disfarçar a cicatriz fiz essa aqui tipo uma rosa tatuada
seu nome escrito sobre mim na letra phi, a flor-de-lis desavisada
no meu corpo sangra
no meu corpo sangra
no meu corpo
essa tatoo em nu azul de henri matisse mais te revela do que apaga
era o seu nome a cicatriz que eu mesmo quis, a flecha só te realçava
o meu corpo sangra e ri
quanto a morte não chegar
surge em mim a maori
face em espirais de lágrima
se o meu corpo sangrar
se o meu corpo sangrar
se o meu corpo
sábado, 19 de janeiro de 2008
Sessão de Autógrafos - Altino, Gilcevi, Danislau
Nessa virada de ano ganhei dois grandes presentes (e autografados). O primeiro foi durante a apresentação do Paralaxe em Uberlândia-MG, Festival Beats por Mineiros, no "Goma", casa de shows recém inaugurada. No dia anterior, Danislau Também, escritor e um dos vocalistas da banda Porcas Borboletas havia lançado seu livro de poesias "O Herói Hesitante - Autobiografia de um Anônimo".
Danislau é um desses caras que faz a gente acreditar que existe vida inteligente na terra e fora dela! O livro e o disco dos Porcas são imperdíveis. Igualmente imperdível é o segundo presente, o novo disco do Carolina Diz que acaba de sair do forno. Orgulhosamente, fizemos uma participação na faixa 8 ("Canção para Animais Modernos"). A música parece ter referências de Aldous Huxley (Brave New World) tipo "duas pílulas de satisfação a cada refeição", "clube dos felizes" e, ironicamente, não sei, a história da "música sintética", com o Paralaxe... tudo planejado? Segundo César Gilcevi, letrista e baterista da banda, essas coisas são mais ou menos coincidências...
Essa história do "Leão Formoso..." é uma brincadeira com o "Leão de Formosa", apelido do poeta Altino Caixeta. No dia que ganhei o CD o César me devolveu o livro do Altino que eu tinha emprestado. "Crônicas do Amanhecer" é um disco denso, lastrado e muito bonito. Têm riffs de guitarra matadores, melodias matadoras e letras que fazem a ressurreição de tudo, "até a exaustão". Não vou ficar aqui rasgando seda demais, ouçam e depois me digam, eu recomendo...
Essa é a capa do livro de poesias que o cara me devolveu. Infelizmente esse não é autografado, mas eu guardo um papel com um número de telefone e o nome escrito, próprio punho, de Alfa Amorim de Castro, viúva do poeta, de quem ganhei o livro depois de pedir de joelhos... essa edição está esgotada há décadas, a editora nem existe mais... enfim... Eu fico viajando aqui nos caminhos das pessoas. Danislau de Uberlândia tem família em atos de Minas, Altino de Patos/Lagoa Formosa, quando vivia em BH, não saía do edifício Malleta onde, por sua vez, o pai do César Gilcevi trabalhava e onde freqüentemente a gente se encontra.
O Paralaxe começou em função do poema "Aluminissagem", desse livro.
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